Vestindo a Palavra

>> quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Por Paula Francis
Texto original no blog da célula de jovens Quero Contagiar


Camiseta e calça jeans.
 Entra modismo, sai modismo, e a preferência por essa combinação nunca muda entre os jovens. Eu, particularmente, gosto muito da simplicidade desse estilo, bem streetwear.

No meio cristão, não é diferente. Assim como as pessoas que vestem camisetas daquilo que acreditam e gostam, nós buscamos vestir a Palavra, com mensagens que mostrem ao mundo que somos separados por Deus. :)

Mas o povo fica cada vez mais exigente! Não basta só ter uma camiseta escrita "Fé". Cada vez mais, as pessoas procuram criatividade, e muito mais os jovens. Eu, como futura Designer Gráfico e fã de desenhos e ilustrações que esbanjam em criatividade, busco sempre inovações em estampas de camisetas, com mensagens evangelísticas e claras.

Pensando nisso, resolvi mostrar pra vocês a variedade de marcas e camisetas que temos no mercado, pra não dizer que a gente não tem nossas "Camiseterias" também! ;)

Camisetas Marka da Paz

Desde que me entendo por gente, conheço as camisetas da Marka da Paz. Sempre gostei, mas hoje em dia, eles melhoraram muito em qualidade, na minha opinião.
Estampas modernas, mas com mensagens que não perdem o foco do Evangelho. Gosto muito!

Para os guris:
(Clique para ampliar)
Para as Gurias:
(Clique para ampliar)

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Brian Head.

>> domingo, 7 de novembro de 2010

Testemunho do ex Guitarrista da banda Korn. Apesar de já fazer um tempo que tem esse testemunho, tem gente que ainda não conhece, por isso resolvi postar !



Abraão Stephanes.

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Importa que Cristo cresça...

>> quarta-feira, 15 de setembro de 2010



E se diminuir não é o suficiente, desapareça.

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O medo lança fora todo amor.

>> quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Texto de Abraão Stephanes



Medo. porque ele existe, e como ele nasce ?
muitas vezes medo sem razão. medo de escuro, medo de morrer, medo de altura. e quando alguma coisa faz teu coração gelar , ou bater mais forte. sabe? isso se chama medo, as vezes.
medo de se afogar, medo de ladrão. medo, certas vezes são simplesmente medo, porém continua sendo um medo. Medo de coisas que nunca vivenciamos, porém temos medo, pois certa vez, ouvimos ou presenciamos acontecimentos que nos deixaram com medo.
meus medos , seus medos. certas ocasiões são sem argumentos para esse tal medo, porém continua sendo um medo. Medo de agulhas, medo de perder os pais. medo de ir pro inferno. medo de perder os amigos, medo de perder a pessoa amada.

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Ex-lésbica Janet Boynes conta comovente testemunho de conversão

>> sábado, 28 de agosto de 2010

Texto por Matthew Cullinan Hoffman, em Família em Foco.

16 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.


Ela foi criada por um dos namorados de sua mãe, um alcoólatra que abusava de sua mãe, que por sua vez mostrava pouca afeição por Boynes. Aos 12 anos ela foi abusada sexualmente por um parente, que era então coroinha na igreja dela. Ela começou a sofrer aversão a homens, e descobriu que seu próprio sexo era mais atraente. Ela também começou a usar drogas.
“Eu estava começando a me sentir mais atraída às mulheres”, Boynes disse para a rede de televisão evangélica CBN [do Rev. Pat Robertson] numa entrevista recente. “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”.
Sua dor estava acobertada numa falsa masculinidade que a transformou numa valentona de escola, diz ela, e já na escola as pessoas começaram a perguntar se ela era lésbica — uma ideia que ela evitou até os 20 anos de idade, quando sua solidão a levou a seu primeiro encontro sexual com uma mulher.
Embora tivesse experimentado uma conversão ao Cristianismo, Boynes diz que suas experiências lésbicas a levaram a rejeitar sua fé e entrar no estilo de vida homossexual, com todas as suas turbulências e sofrimento. Ela mudava de um relacionamento para outro, ficou mais viciada em cocaína e desenvolveu bulimia, diz ela.
“Minha vida era miserável. Estava começando a ficar literalmente em apuros”, diz Boynes. “Mas eu estava recusando voltar a Deus”.
No entanto, sua vida começou a mudar quando ela foi convidada a visitar uma igreja local que ela muitas vezes havia visto em seu caminho ao trabalho.
“E eu, não pensando no meu perfeito juízo, disse, ‘Certamente, Irei’ e fui vestindo calça de esporte, com aparência encardida, não sabendo o que esperar”, Boynes disse para CBN. “Estou numa sala com outras nove mulheres, mulheres simplesmente belas, femininas, e pensei, ‘no que foi que me meti?’ Estou sentada ali com a cabeça baixa, me sentindo muito envergonhada, achando que essas mulheres são tão cruéis que vão me repreender e me expulsar”.
“Todas se apresentaram, e quando olharam para mim, me perguntaram meu nome, e eu disse, ‘meu nome é Janet’ e disse, ‘estou vivendo uma vida homossexual. Mas se vocês me ajudarem, eu viverei minha vida para o Senhor’”.
Boynes diz que lhe mostraram compaixão e compreensão, e os membros da igreja lhe deram apoio na luta dela para se libertar de seu estilo de vida viciante. Um casal acabou se oferecendo para abrigá-la em seu lar, onde ela viveu durante um ano e recebeu o amor que ela jamais havia experimentado como menina. Ela abandonou o lesbianismo permanentemente, e recuperou sua identidade heterossexual.
“Quero que todas as outras pessoas que estão vivendo a vida homossexual que não tiveram uma grande mãe ou que não tiveram um grande pai experimentem que Deus é pai para os que não têm pai ou mãe”, diz Boynes. “É isso o que ele fez por mim; ele fará por eles também”.
Onze anos mais tarde, Boynes dirige um ministério que oferece ajuda para aqueles que estão tentando escapar do estilo de vida homossexual. Ela recentemente testificou na comissão judiciária do Senado de Minnesota contra a criação do “casamento” homossexual.
Comentando que ela e uma de suas parceiras lésbicas queriam “se casar” e adotar crianças, ela disse para a comissão: “Estou tão grata que não prosseguimos com o plano e que não perpetuamos outra família disfuncional. Crianças precisam de uma mãe e de um pai”.
Ela também comentou que “ao legalizar o casamento homossexual você está apoiando e incentivando conduta que as evidências científicas mostram adoece as pessoas, muitas vezes de forma incurável e fatal. Vi isso confirmado nas vidas de muitos dos meus amigos enquanto eu estava vivendo o estilo de vida lésbico”.
Fonte original - Julio Severo

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